quinta-feira, 4 de março de 2010

Novidades.

Poisé, amigos romanos.
Existe no meio radiofônico uma frase que diz:
"Renovar ou morrer!"
Vamos renovar...
As férias acabaram e é chegada a hora de retomar as coisas, sendo assim, ao romper de 2010, apesar de já estarmos em março (eu sempre fui meio atrasado), o "PT" retoma as suas atividades, calma gente, essa também é a sigla de "Paris Tropical" mas se preferirem podem usar "Perda de Tempo", dá no mesmo.
Bem, mas como dizia, o Paris Tropical volta agora em 2010 com tudo e mais um pouco, de cara nova, a partir de então além dos já costumeiros, e pra que não dizer também insuportáveis, textos estarei postando alguns comentários sobre filmes, discos, musicas noticias e também livros ( que viraram filme, lógico).
Alguns comentários sobre os raros fatos engraçados e absurdos que ocorrem aqui na nossa provinciana Ponta Grossa.
A equipe do Paris Tropical já esta a postos e se tudo der certo e eu não for expulso de casa e nem cortarem o telefone as novidades estarão no ar!!!!!!!!!
Aguardem!!!!! (Como diria o Silvio Santos).

domingo, 29 de novembro de 2009

Por enquanto.

Well.....Atendendo milhares de pedidos (do Diego) clamando por uma nova postagem resolvi fazê-la.
Porém, no momento ando meio sem inspiração; sendo assim, por enquanto, resolvi postar um texto que não é meu, mas calma gente, podem ler sossegados que o nivel é o mesmo.
Divirtam-se!


Cruzou por mim, veio ter comigo, numa rua da Baixa (Fernando Pessoa)
Cruzou por mim, veio ter comigo, numa rua da Baixa Aquele homem mal vestido, pedinte por profissão que se lhe vê na cara, Que simpatiza comigo e eu simpatizo com ele; E reciprocamente, num gesto largo, transbordante, dei-lhe tudo quanto tinha (Exceto, naturalmente, o que estava na algibeira onde trago mais dinheiro: Não sou parvo nem romancista russo, aplicado, E romantismo, sim, mas devagar...).

Sinto uma simpatia por essa gente toda, Sobretudo quando não merece simpatia. Sim, eu sou também vadio e pedinte, E sou-o também por minha culpa. Ser vadio e pedinte não é ser vadio e pedinte:

É estar ao lado da escala social, É não ser adaptável às normas da vida, As normas reais ou sentimentais da vida - Não ser Juiz do Supremo, empregado certo, prostituta, Não ser pobre a valer, operário explorado, Não ser doente de uma doença incurável, Não ser sedento da justiça, ou capitão de cavalaria, Não ser, enfim, aquelas pessoas sociais dos novelistas Que se fartam de letras porque tem razão para chorar lagrimas, E se revoltam contra a vida social porque tem razão para isso supor.

Não: tudo menos ter razão! Tudo menos importar-se com a humanidade! Tudo menos ceder ao humanitarismo! De que serve uma sensação se ha uma razão exterior a ela? Sim, ser vadio e pedinte, como eu sou, Não é ser vadio e pedinte, o que é corrente: É ser isolado na alma, e isso é que é ser vadio, É ter que pedir aos dias que passem, e nos deixem, e isso é que é ser pedinte.

Tudo o mais é estúpido como um Dostoiewski ou um Gorki. Tudo o mais é ter fome ou não ter o que vestir. E, mesmo que isso aconteça, isso acontece a tanta gente Que nem vale a pena ter pena da gente a quem isso acontece.
Sou vadio e pedinte a valer, isto é, no sentido translato, E estou-me rebolando numa grande caridade por mim.

Coitado do Álvaro de Campos! Tão isolado na vida! Tão deprimido nas sensações! Coitado dele, enfiado na poltrona da sua melancolia! Coitado dele, que com lágrimas (autenticas) nos olhos, Deu hoje, num gesto largo, liberal e moscovita, Tudo quanto tinha, na algibeira em que tinha olhos tristes por profissão

Coitado do Álvaro de Campos, com quem ninguém se importa! Coitado dele que tem tanta pena de si mesmo! E, sim, coitado dele! Mais coitado dele que de muitos que são vadios e vadiam, Que são pedintes e pedem, Porque a alma humana é um abismo. Eu é que sei. Coitado dele!

Que bom poder-me revoltar num comício dentro de minha alma! Mas até nem parvo sou! Nem tenho a defesa de poder ter opiniões sociais. Não tenho, mesmo, defesa nenhuma: sou lúcido.

Não me queiram converter a convicção: sou lúcido! Já disse: sou lúcido. Nada de estéticas com coração: sou lúcido. Merda! Sou lúcido.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Calor no rosto.

Well..... Esse negócio de doença é uma coisa complicada; felizmente a gripe suína, assim como a “dança do quadrado”, já saiu de moda, mas não para todos, nós o hipocondríacos somos verdadeiros saudosistas nesse assunto de relembrar e até mesmo inventar doenças, o que explica eu estar com dores nos ovários semana passada, rsrsrsrsrsrsrs
Mas nem tudo são pedras, pensando nesse assunto escrevi (depois de muito tempo) um novo texto.
Divirtam-se!

Calor no rosto.

Quando entrou, a mulher perecia descontrolada.
---Estou nas ultimas!!!
---Calma, solicitou Dr. Sandro Callandra.
A mulher não obedeceu. Num histerismo preocupante começou a tirar a roupa, mostrando feridas inexistentes e mazelas prováveis. Falava alto e muito rápido. Dr. Callandra não conseguia acompanhar os sintomas que ela expunha.
---Isso, doutor, não pode ser câncer?
---Bem...
---Veja como esta escuro em volta, será um melanoma? Eu tenho pavor de câncer doutor. E o pulmão?
Examine!
Tirou a blusa e o sutiã para que doutor Callandra encostasse o ouvido nas suas costas.
---Seu pulmão – começou o doutor...
---Se eu ainda tiver pulmão. E a disritmia? Tem hora que o coração parece ter parado. Fico fria, o braço dormente, braço esquerdo; ESQUERDO, frisava, é o coração, né? Quais são os sintomas de infarte??
---Bem, o infarte....tentava inutilmente o doutor.
---Deve ser, deve ser ameaço!
---A senhora esta nervosa.
---E deveria estar calma? E os rins, que não funcionam direito? E nem falo da cistite que não me dá um dia de sossego.
Tirou a calça para mostrar as varizes que lhe subiam tornozelos acima.
O doutor, muito paciente, fazia o que ela mandava.
---Aperte aqui.
Ele apertava.
---Veja aqui.
Ele via.
---Empurre aqui.
Ele empurrava.
Auscultou, pressionou, observou tudo com uma calma que já irritava a mulher, que a esta altura já vestia somente os sapatos.
Deitou-se na mesa, para um exame mais detalhado.
Dr. Callandra fez.
---Pode se vestir.
---Mas o senhor nem examinou o meu baço.
Dr. Callandra foi ate o bebedouro e encheu um copo com água, mexeu com uma colher e deu para beber, o mexer de colher lhe soou tão bem que até deixou a água com um forte gosto amargo.
---Vista-se.
---O que o senhor me deu para beber? Me sinto melhor.
---A senhora esta nervosa demais.
---Se fosse só o sistema nervoso, era ótimo, eu tomava uns sedativos e pronto, o estado geral é que é o drama. Devo me internar? Diga doutor, preciso de cirurgia? Me diga doutor, o que eu faço?
---Procure um medico.
---Heim?
---Eu sou contador. O Dr. Paulo, que tinha consultório aqui mudou-se para a rua XX de novembro.
Daí, ela apressou-se a vestir a roupa, dos sintomas, ficou apenas um forte calor no rosto, grande indício de uma falta de noção crônica.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Um amigo meu.

Poisé.....Esse texto me foi gentilmente cedido por um cara que eu conheci a muito tempo, no início da década de 1990, bem no início aliás.
Um cara “estranho”, será? Diferente, eu diria, a primeira vez que entrei em sua casa duas coisas me chamaram a atenção um quadro da “mona lisa” na parede que em 1992 me fez pensar; “Será que é o original?” E uma vasta coleção de Raul Seixas, ouvi muita coisa nesse dia, pensei “beatlemaniacamente”, bonzinho, mas comparado aos Beatles, blá, blá, blá....rsrsrsrs (calma gente, eu tinha 10 anos de idade).
De qualquer forma, estava sendo apresentado a um dos melhores artistas do Brasil (Raul) por um cara que se tornaria um de meus melhores e mais antigos amigos, Ben-Hur Demeneck.
Um cara capaz de te proporcionar coisas como: um bom café, uma ótima conversa, dar um abraço no seu grande ídolo e até mesmo ser o “Zé do Caixão”.
Confiram abaixo o texto do jornalista, guitarrista, contador de piadas, cineasta, centroavante e acima de tudo amigo do Tabajara, Ben-Hur Demeneck.
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Mentir sozinho eu sou capaz

Texto de Ben-Hur Demeneck
publicado em 2 de Set de 2009, quarta-feira.
Diário dos Campos - Ponta Grossa - PR



Depois da construção civil, das indústrias têxtil e calçadista, o que mais emprega no Brasil é ser cover de Raul Seixas. Passaram-se 20 anos da morte do compositor e sua obra permanece pulsante e provocadora, um corpo marcado pela transformação. E enquanto deu nome e estilo à metamorfose, esse artista mostrou a grandeza de sua irreverência.

Nos anos 2000, todo mundo quer ter sucesso. Não por acaso, a ironia corre tanto risco de extinção quanto o mico-leão-dourado e o cachorro-vinagre. Na busca de uma carreira bem administrada, joga-se fora todo o inventário humano das limitações. Ninguém pode mais rir do próprio fracasso. Olhar para si mesmo por um viés torto e debochado vira motivo de conversa em particular: “por que você fala tão mal de você?”. Página de classificados: procura-se um homem bem-humorado; favor ter má aparência.

Raul Seixas riu de ter feito muito sucesso – devia estar contente por ter vencido na cidade maravilhosa. Zombou das formigas – elas só trabalhavam porque não sabiam cantar feito as cigarras. Por cinco mil auto-falantes, berrou seu problema de dependência química garantindo estar cansado de acordar pelo chão. Mesmo a burocracia caíra na folia – o foguete dos nossos sonhos, caso quisesse voar pelo universo, teria que ser selado, registrado, carimbado, avaliado e rotulado.
Conheci Raul muito antes de Gilberto Gil, Noel Rosa e Tom Zé. Ainda estava verde nas palavras e nas canções; mais ligado em outros músicos, desses que a classe média só canta em bailes de formatura, como Milionário e José Rico, Trio Parada Dura e Amado Batista. Era o que o rádio tocava nos grotões pelos anos 1980. Mas, te digo, depois de anos reconsiderando o lugar da sua arte, não consegui abalar a certeza de seu talento tampouco o poder do seu humor. Ele que, vivo estivesse, reservaria uma farpa para o “raulseixismo”.

Em termos de legado, “Maluco Beleza” virou um dos hinos do movimento antimanicomial. Noutra trincheira, o governo federal usou a primeira faixa de Novo Aeon (1975) na campanha “o melhor do Brasil é o brasileiro”. Trilha sonora para nomes como Herbert Vianna, Vanderley Cordeiro e Ronaldo serem apresentados como figuras que não desistiram nunca.

Paulo Coelho, o escritor mais vendido no mundo (o duplo sentido é involuntário, acredite), reconhece que aprendeu a alcançar multidões com Raulzito. Em 2001, Zé Ramalho fez um álbum todo dedicado ao autor de “Trem das sete”. Tributo depois dirigido a Bob Dylan e a Luiz Gonzaga. Além desses detalhes galácticos, Raul é quem você ouve adaptado quando chega a um festival de rock perdido pela zona rural da Lapa (PR). Uma banda de Blumenau toca “Êta Vida” ao sabor de suas referências, trocando “tem cultura e carnaval” por “Oktoberfest”.

No domínio popular, outro indicador. Depois de Luiz Gonzaga, o “pai do rock brasileiro” é o músico mais citado na literatura de cordel – com direito a conto sobre sua chegada no céu e a versos narrando seu encontro com John Lennon pelos domínios de São Pedro. Nessas publicações, até Roberto Carlos perde no número de referências. Observações feitas pelo pesquisador Marco Haurélio em entrevista a Marcos Zibordi (Caros Amigos, edição especial, Agosto de 2009).

Além de bem-humorado, era um redemoinho de curiosidade. Esse homem não ficou barrado pela tranca dos mistérios. Diante de correntes filosóficas, esqueceu qualquer timidez e saltou muro adentro. Se não se tornou um grande intérprete (novamente, a ambiguidade chega sem cálculo), deixou um recado do tamanho de uma placa de trânsito: busque os significados escondidos pelas aparências. Ou fique gritando “Toca Raul” a vida inteira.

Um dos motivos para que Raul Seixas continue tomando parte na vida de tanta gente, sendo levado tão a sério, vem daquela capacidade de pôr os outros para pensar. Era senhor de uma inteligência parceira do humor, própria para estilhaçar convenções. Alguém que emocionava com “as estrelas brilham como nós” e, noutra ocasião, cantava para o público (perplexo) que ele havia morrido e não sabia qual foi o mês. Ele foi de tudo, menos água parada.

domingo, 16 de agosto de 2009

Ah! Eu quero aula!!!

Ai, ai, ai... A palhaçada continua...
Mais uma semana sem aulas, e tem gente que ta dando pulos de alegria.
Sabem, esse negocio me lembra “crediário”, coisa que eu também sou contra, pra variar.
Tipo, puxa, eu compro isso e só vou pagar daqui “100 dias”, tipo, a esperança de que esses 100 dias não cheguem nunca ou o extremo otimismo que no 98º dia caia um meteóro na Terra e nos leve todos juntos a “puta que pariu”, mas, dificilmente isso acontece.
Tá gente, eu sei que o curso de história tem, “evidentimenti”, muitas matérias desnecessárias, mas mesmo assim um semestre faz falta, e depois, em dezembro, todo mundo curtindo o verão e nós lá, curtindo o bloco novo.
Eu sinceramente não saberia explicar algumas coisas, tipo as escolas e colégios voltam às aulas, as universidades particulares também, mas a UEPG não, não sei por que me recorda uma frase de um tio meu que tinha uma “Brasília 74”, que dizia que o volante tinha mais folga que funcionário publico, acho que finalmente entendi, meu tio é um sábio.
E quanto à gripe suína, eu sei que tem perigo e que não tem vacina, blá, blá, blá...
Mas eu também sei que segundo dados do ministério da saúde no ano de 2008 ocorreram 70.142 mortes por gripe comum, e pelo amor de Deus não deixem o governador tomar conhecimento de outros vírus como o ebola ou malária, senão não teremos aula nunca mais e eu vou ter que voltar a ser frentista. (nada contra os frentistas)
Sabem, nos anos oitenta, e eu me lembro bem disso, eu morria de medo porque falavam que ia chover "AIDS" nas pessoas, eu conheço gente que não sentava em banco de ônibus ou tomava água no copo dos outros; mais uma vez a falta de informação impera!
Olha gente acreditem em mim, eu sou hipocondríaco, calma, calma, isso não é contagioso.
Eu sei que eu quero aula!
Minha vó tem um grande ditado:
“Quem de medo corre, de medo morre!”

Obs. Gostaria de agradecer as pessoas do curso que estão fazendo copia e cola de trechos dos meus textos e postando em outros lugares, como diria meu mestre Chico Anísio:

“A imitação é a maior das homenagens.”

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Meio de cara.

Ai, ai, ai.....Nossa vida acontece aqui!
Sabem, eu nasci e cresci aqui em Ponta Grossa, talvez por isso eu não me assuste ou espante com as coisas no mínimo absurdas que também acontecem aqui, e que para as pessoas de qualquer outro lugar seriam sublimes insanidades.
Aqui eu já vi muita coisa, lombada na subida em rua de mão única, avenidas que mudam de sentido a cada três meses, chafariz de sabão em pó, ônibus de graça no domingo, monumentos escatológicos, entre outras coisas.
Você acostuma, vira “normal”, mas a lógica.... a lógica, rsrsrsrsrsrsrsrsrs.
A lógica de Ponta Grossa é outra coisa singular, e agente vê melhor isso em momentos como esse da “gripe suína”, sabem, eu achei que a gripe suína iria demorar a chegar aqui, como as demais novidades, por exemplo, a “macarena”, foi chegar em Ponta grossa ano passado, mas não, a modernidade chegou e agora agente acompanha o país na nova “epidemia”, apesar que eu não sei dizer se é a mesma que foi interrompida pela morte do Michael Jackson, sei lá....
Mas eu falava da lógica, explicarei:
Em Ponta grossa, suspendem-se as aulas, mas não as festas, lógico, o vírus passa mais rápido saltitando pelos livros e carteiras escolares, deve ser tipo ácaro.
Interdita-se o “Cine Ópera”, mas não o “Multi-plex Palladium”, lógico, o vírus H1N1 é fã de carteirinha do Glauber Rocha.
Até no ônibus as pessoas já estão usando máscaras cirúrgicas, mas no domingo em frente ao “radião” não, lógico, aparentemente em Ponta Grossa esse vírus só se implanta em gente inteligente, lá não tem perigo.
Sabem, determinadas coisas me deixam meio de cara, como eu disse, coisas que vão além do normal, do “nosso normal”.
Um candidato a prefeito que não troca de camisa eu agüento, um supermercado ao lado do outro também, mas tem coisa que é imbecili... digo “loucura” demais, até pra mim que sou daqui.

domingo, 5 de julho de 2009

Gostei mais do outro vídeo.

O nome deste post é “Gostei mais do outro vídeo.”, por um motivo lógico, este é o outro, aquele era aquele.
Mas pensando bem, esse negócio de nome não tem tanta importância, o filme “Romeu e Julieta”, por exemplo, foi exibido em Caruaru com o nome de “Esse menino e essa bichinha” e o sucesso foi o mesmo, sendo assim esse negócio de titulo não tem a menor importância.
Sabem, eu estive pensando...todos os fatos históricos da historiografia histórica foram legitimados em maioria por uma pessoa, um personagem, que geralmente no momento do fato é o centro das atenções, mas, e se algo desviasse a atenção?
Sabem, bem na hora, será que as coisas aconteceriam da mesma forma?
É meio aquela história de se uma árvore cai e ninguém vê, será que ela caiu?
Ou se você fala e ninguém ouve, será que você falou mesmo?
Ta, mas pra tirar a atenção de um fato importante teria que ser uma coisa razoavelmente chamativa, algo do tipo “palhaço italiano da terceira idade”, talvez se ele fizesse uma dancinha.....ou cantasse uma canção...sei lá.
Imaginem como seria.....não, não imaginem nada, assistam, a mídia visual serve pra isso, poupar vocês de imaginar.

Divirtam-se!

E a propósito, este vídeo não tem intenção de reproduzir a história, e sim de entrar para ela.